quinta-feira, 20 de setembro de 2012
O que foram os Aldeamentos do período colonial?
os indios aldeados ganhavam alguns metros de pano de algodão, tecido pelas próprias índias. A condição de vida e de trabalho deles não diiferia muito daquela dos índios escravos.
jesuíta e desbravador do Brasil selvagem.
Nessas escolas elementares germinava a base de todo o sistema colonial de ensino ainda em formação. Funcionavam não só nos colégios, mas em todas as terras onde existisse uma casa da Companhia. Lá aprendiam a ler, escrever, contar e falar Português não só os filhos dos índios. Recebiam a primeira instrução, também, os filhos dos colonos.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
o que é energia limpa?
Energia limpa é aquela retirada de fontes renovaveis de energia que não geram substancias poluentes ao meio ambiente como produto final do processo de retirada da energia. A exemplo temos a energia solar, a energia eólica, a marítima dentre outras.
1ª Eólica.
2ª das marés .
3ª solar.
4ª geotérmica.
5ª Compostagem.
2ª das marés .
3ª solar.
4ª geotérmica.
5ª Compostagem.
quais são as fontes de energia limpa?
São cinco os principais tipos de energia limpa – aquela que não libera (ou libera poucos) gases ou resíduos que contribuem para o aquecimento global, em sua produção ou consumo
trafego negreiro
o trafico de escravos negros da Africa para o Brasil teve grande crescimento com a expansão da produção de açucar.
O trafico de escravos para o Brasil refere-se ao período da história em que houve uma migração forçada de Africanos para o Brasil.O comercio de escravos estava implantados no continenti africano e existiu a milhares de anos.
sábado, 1 de setembro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
o mercantilismo e o trafego negreiro
Durante muito tempo, justificou-se a escravidão do negro africano no Brasil pela falta de adaptação do índio nativo ao regime de trabalho compulsório, o que dava a entender que o negro se adaptava mais facilmente à escravidão ou, ao menos, não apresentava tanta resistência, sendo, portanto, mais servil e obediente.
Essa interpretação tradicional pode ser questionada de diversas formas. Em primeiro lugar, foi comum o recurso à escravidão do índio nas regiões em que o acesso ao tráfico africano era difícil ou em que não se conseguia pagar o alto preço do escravo negro.
Essa interpretação tradicional pode ser questionada de diversas formas. Em primeiro lugar, foi comum o recurso à escravidão do índio nas regiões em que o acesso ao tráfico africano era difícil ou em que não se conseguia pagar o alto preço do escravo negro.
mercantilismo
A chamada Idade Moderna, na Europa, foi vivida sob dois componentes essenciais e complementares
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Os Anambé perderam a maioria dos elementos culturais indígenas externos e seu modo de vida se assemelha ao dos sertanejos da região. Suas habitações são do tipo regional, com cobertura de palha ou de cavacos. Salvo pequenos cestos de carga, abanos, peneiras de trançado em espiral, fusos, pilões, ubás, arcos e flechas, todo o equipamento utilizado pelos Anambé é adquirido no comércio. Há umas quatro gerações fazem casamentos interétnicos com os regionais e os cônjuges não-índios e os filhos dessas uniões se integram à vida na aldeia. Nos anos 80, um antigo líder, talvez o único conhecedor das antigas tradições e dos cânticos indígenas tinha uma posição de prestígio, mas a liderança era exercida por um jovem com experiência na vida urbana, escolhido por ter maiores facilidades no trato com os regionais.
Os Anambé deixaram de comerciar o óleo de copaíba e o leite de maçaranduba, como faziam nas décadas de 50 e 60. E retiram madeira apenas quando necessitam uma quantia maior de dinheiro. Vendem regularmente os excedentes de suas roças (milho, arroz, farinha de mandioca), e eventualmente carne de caça, seja aos regatões que vão até a aldeia, ou diretamente em Mocajuba. Além da agricultura, outras atividades servem de suporte à subsistência: a caça, feita em grupo pelos homens, com o uso de espingardas, complementada pela apanha de jabutis pelas mulheres e crianças, se exerce sobre uma fauna hoje ameaçada pelos desmatamentos feitos por fazendas e serrarias; a pesca, realizada, com anzóis e linha, arco e flecha, sobretudo na estação seca, quando se recolhem também tracajás; e a coleta de frutos e mel.
AIMORÉ
O nome "botocudo", derrogatório e ofensivo, foi dado pelos portugueses a diversos povos histórica e geneticamente heterogêneos do grupo lingüístico macro-jê que habitavam o nordeste de Minas Gerais, o sul da Bahia e o norte do Espírito Santo. Em comum, tinham o hábito de usar discos de madeira no lábio inferior e nos lóbulos das orelhas para expandi-los de forma peculiar.
Classificação lingüística: Tupari
População: 6 (Funasa - 2007)
Local: Rondônia
Os últimos seis sobreviventes dos chamados Akuntsu vivem em duas pequenas malocas próximas uma da outra, nas matas do igarapé Omerê, afluente da margem esquerda do rio Corumbiara, no sudeste de Rondônia. A área constitui uma pequena reserva de mata outrora pertencente a uma fazenda particular interditada pela Funai no final dos anos 1980. Caracteriza-se por floresta equatorial de terra firme, razoável incidência de pequenos morros, poucas nascentes e, assim como as demais reservas de mata de Rondônia, encontra-se seriamente ameaçada por frentes agropastoris.
População: 132 ( 2000)
Local: Pará
A língua Anambé é da família Tupi-Guarani. Nos anos 80, todos os Anambé com mais de 40 anos eram falantes da língua indígena e quase todos os que estavam na faixa de 20 a 30 anos a entendiam, mas usavam correntemente o português. Vivem no alto curso do rio Cairari, um afluente do Moju, que corre paralelo ao baixo rio Tocantins, pela sua margem direita. Estão na Terra Indígena Anambé, com 7.882 hectares, homologada e registrada, situada no município de Moju, PA.
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